Street Fighter 4: Impressions

Jogos de luta são uns dos meus favoritos. Eu sou muito fã de Soul Calibur 3 e Tekken. Porém quando o assunto é Street Fighter eu sou  um total ignorante. Primeiramente porque eu não jogava muito video-game na épocado SF2 e segundo porque em cada tentativa de jogatina eu saia com uma bolha no dedo. Para esse rewiew não foi diferente, após uma hora de jogo eu já sentia meu dedo arder e me usei da velha tática da camisa sobre o controle.

Mas vamos ao que interessa. O jogo. Finalmente eu entendi a moral da luta no SF. A mentalidade de um fã de SF é muito diferente da mentalidade de um fã de SC. E não apenas pelo cenário 2D ou 3D, mas especialmente pela variedades de golpes. SF são apenas 6 botões, uns 2 agarrões e um punhado de especiais para cada personagem, diferente dos combos quase pré-planejados do SC. A estratégia é diferente, entender quais golpes se ligam uns com os outros e testar tudo. Eu apanhei muito nos períodos de teste. Mesmo. Jogar com alguem que já habilitou todos os personagens logo de cara é covardia. Mas isso até eu selecionar o Ken. E eu digo, nada supera o Dragon Punch (vulgo shoryuken de fogo). Ao menos o dono do jogo não superou. Senti até pena quando eu passei de 30 wins seguidos.

Eu vi depois que essa é uma tática apelona, manha cachorrera, dê o nome que quiser; e muitos fazem e mais ainda já sabem como derrotar esses DP Spammers, mas foi muito divertido. Ainda não coloquei minhas mãos no jogo para jogar a sério, e nem para jogar contra a máquina; apenas algumas horas de multiplayer que me renderam uma bolha linda no dedo, a quase perda de umas amizades e umas boas horas de diversão.

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Uncharted 2 Rewiew

Long time, no see.

Eae pessoas, voltei depois de um tempo sem posts, e pra me desculpar trago pra vocês um dos melhores jogos do PS3, se não um dos melhores jogos de todos os tempos. Uncharted 2: Among Thieves é a continuação da história de Nathan Drake, um Indiana Jones  misturado com Tomb Raider e muito tiroteio.

Tiroteio incessante

O jogo é uma experiência cinematográfica do início ao fim, e diferentemente da série Metal Gear, as cutscenes não duram 20 minutos.Muito envolvente, a história do jogo gira em torno da busca de Drake por Shambala (ou Shangri-lá). Cheia de reviravoltas, e cenas incrivelmente épicas o título vai mantendo você grudado no controle. O início já é um tapa na cara, pois começa com Nathan ferido em um trem caindo de um penhasco escalando como der para salvar a sua pele e depois a narrativa vai mostrando o que te fez chegar naquela situação.

Na questão da jogabilidade eu não tenho reclamações, os comandos respondem bem, não tem nada muito inovador mas não falha em nada. Tem muito de exploração e escaladas como em Assasin’s Creed, cover shooting como em Gears of War, mas as cenas mais empolgantes são aquelas em que Drake vai andando(geralmente correndo por sua vida) e várias coisas vão acontecendo na sua volta, como pontes caindo, prédios desabando e etc. Isso acrescenta muito à narrativa hollywoodiana que permeia o jogo.

Meet Nathan Drake

Agora vamos para o ponto alto do título, os gráficos. Uma palavra: perfeitos! As texturas, expressões faciais, paisagens, tudo está simplesmente demais. O modelo dos personagens está impressionante, com todas as texturas muito realistas  e uma captura de movimentos digna de prêmios, pois eu nunca havia visto expressões de alegria, tristeza, desespero tão naturais. Em cenas que está chovendo as roupas e a pele ficam encharcadas e em alguns vídeos eu demorei pra achar alguma coisa que me provasse que aquele personagem era digitalizado e não um ator de verdade. Não posso afirmar com absoluta certeza que não existam gráficos melhores do que os de Uncharted 2, mas quando o jogo foi lançado era definitivamente o melhor e provavelmente continua sendo o melhor gráfico da geração atual.

A trilha sonora não tinha nenhuma faixa que vai ficar na minha cabeça por um tempo, mas ela faz o seu papel, e faz muito bem. Passa o clima de tensão constante das cenas com maestria e os efeitos sonoros também não ficam por menos.

Em resumo, Uncharted 2: Among Thieves é um jogo para entusiastas de games de ação e até mesmo de cinema, e mesmo que você não pretenda jogar, assista algum amigo jogando que a história é boa. Mas se você prefere ter o controle na mão então se prepare para perder um bom tempo com o jogo, pois ele te insere naquela situação e você não vai querer sair. Eu comecei a jogar e só consegui largar o controle 12 horas depois quando vi os créditos finais, e pela primeira vez não fiquei com sono nem vontade de fazer qualquer outra coisa por tanto tempo. Em outras palavras, se você tem um Playsation 3 , compre este jogo, alugue, troque ou peça emprestado, não importa se jogou o primeiro ou não, esse é um daqueles como Shadow of the Colossus que todos devem experienciar.

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InFamous: Hands’On

Shocking!

Nesse fim de semana coloquei minhas mãos em InFamous, um dos exclusivos da Sony.
O título consiste de um jogo de ação em mundo aberto, estilo GTA. Com uma diferença básica de que o protagonista tem superpoderes. Na história você é um entregador, que sem saber transportava uma bomba que quando explode te dá a capacidade de controlar a eletricidade. Ela se desenvolve de uma forma muito interessante nas cutscenes e te fazem querer seguir adiante para ver como vai ficar

No quesito gráfico o jogo é muito bom. Por sinal o jogo todo tem aquele ar de quadrinhos, com as cutscenes em desenho e até mesmo a história e o protagonista lembram as comics. Em parte pelos poderes… nada como ser capaz de lançar raios das pontas dos dedos e deslizar sobre os trilhos de trem em altas velocidades e os efeitos de eletricidade estão muito bem feitos, bem como a construção da cidade decadente.

Indo para a jogabilidade.  InFamous é bem similar ao Prototype que foi lançado pouco depois, e as comparações foram inevitáveis.Mas esse rewiew é de InFamous, que fala sobre alguém com superpoderes em uma cidade decadente e isolada. Ok, Prototype é a mesma coisa mas vamos nos focar. Uma das grandes diferenças entre os dois é o sistema de carma que existe no exclusivo da Sony. Ele permite ao jogador ser um herói, que ajuda todos que necessitam, ou o nêmeses da sociedade que pensa apenas em si e seus amigos. Essa característica afeta a história em certos níveis e nas cutscenes, mas não muda o rumo principal. Cada caminho tem sua própria árvore de skills que são algumas variações de um mesmo ataque, mas que dão exatamente a idéia de ser o herói ou vilão, sem contar que se optar pelo caminho do mal, os raios, ao invés de azul e branco se tornam vermelho e preto (que é muito fod*).

Agora para os finalmentes: InFamous é um jogo excelente. A história é interessante, tem muito o que fazer e é simplesmente muito divertido eletrocutar o que estiver ao alcance. Eu morri muito antes de me acostumar a recarregar as baterias com o que quer que estivesse por perto a todo momento, mas a partir daí foi muito bom.

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Little Big Planet: Hand’s On

Meet the Sackboy

Coloquei minhas mãos nesse jogo pela primeira vez na semana passada, e no curto período de jogatina me deparei com um produto extremamente divertido, principalmente para os fãs do gênero de plataforma.

Vamos ao básico: LBP é um jogo de plataforma totalmente em 3D, com vários elementos physics based e com uma direção de arte bem interessante. Todos os gráficos fazem parecer que o jogo foi feito em casa com pedaços de pano, almofadas e bonecos, inclusive a personagem Sackboy (que junto do Kratos seriam o mais perto de um mascote da Sony) que é feito de pano com um zíper e botões.

Agora à principal do título: Customização. No jogo você pode editar a aparência do personagem durante a partida das formas mais hilárias possíveis e pode criar uma fase inteira com alto nível de complexidade. É um trabalho complicado, para o resultado final ser de alto nível requer tempo. Mas pára quem quer apenas jogar sem perder tempo, tem o modo história que é relativamente curto, contudo também é possível baixar as fases criadas por outros players via PSN que aumenta muito a longevidade do jogo.

Finalizando os comentários, LBP é uma experiência muito interessante, especialmente quando jogado com mais players em casa ou via PSN. E pode-se ver que a Sony está apostando mais no mercado casual com jogos como esse e ModNation Racers, que sairá em maio desse ano, bem como o novo periférico Move. Mas até mesmo jogadores hardcore com paciência e criatividade encontrarão diversão no título.

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Do you know your gaming?

Você se garante no teste máximo de conhecimento de jogos?

Então toma, eu te desafio a me mandar um e-mail com o nome de todos os jogos aqui representados.

E boa Sorte.

Creditos vão para Martin VanWoudenberg que postou a imagem no DeviantART

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God of War 3: Hand’s On

Meet Kratos

Então para meu primeiro post, começarei com minha experiência com GOW3 por uma tarde na Fnac.
Primeiramente: A modelagem do Kratos é simplesmente excepcional. Se não fosse um homem sarado eu teria babado muito nele. Mas os gráficos no geral são excepcionais, estão entre os melhores até o momento.
Agora voltando a atenção à jogabilidade. Já jogou outro GOW? Então você já sabe exatamente o que vem por aí. Os comandos e a violência habitual da série se mantêm quase inalterados, com exceção da pena que sentimos por o que quer que cruze o caminho do espartano, pois esta cresce de forma que não pensei ser possível.
Outro ponto que muitos estão comentando é a sensação de escala que o jogo oferece. Pensei ser meio óbvia após assistir aos vídeos, mas foi ter o controle em mãos enquanto andava pelos braços de Gaia e voava na direção de um cavalo feito de água que percebi como ela é impactante no jogador. E com esse impacto a palavra “Épico” ecoou em minha mente.

Então, GOW3 se resume a isso: se você jogou qualquer outro jogo da série, você não ira se surpreender com o gameplay. Porém o título te dá muitas outras razões para compensar isso. Seja para ver o final da saga ou para caçar deuses e destripar centauros, todos os fãs de Hack’n Slash devem conferir.

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